As 5 Melhores Carteiras Bitcoin - Negócios e Dinheiro

Comunidade Portuguesa dedicada ás Crypto-Moedas

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Carteira de Criptomoeda: Como Instalar e configurar Carteira Virtual Com Seguranca da IndexChain. - Dicas sobre Bitcoin - Ganhe rápido

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Um Pequeno Resumo Sobre Criptomoedas

Não vou me delongar muito no assunto porque isso é o Reddit e ninguém quer ler uma dissertação de 5000 palavras. Mas vou começar explicando a história, motivo e vantagens. Depois vou passar para as desvantagens, evoluções e por fim o cenário atual.

Criação

Bitcoin não é novidade, foi criada em 2009 por um anônimo que respondia pelo nome de Satoshi, por isso alguns pensam que é uma criação japonesa (mas talvez o cara seja simplesmente um fã de Pokémon). Curiosidade: a carteira original de Satoshi ainda possui 8% de todas as Bitcoins do mundo. A ideia de gênio do Satoshi foi de criar e implementar uma tecnologia chamada Blockchain para criar uma moeda virtual descentralizada e segura. Esta tecnologia basicamente consta da ideia de que cada "usuário" mantenha uma cópia de todas as atividades feitas nesta rede virtual (transferências e criações de moedas), isso garante que uma pessoa não possa, por exemplo, simplesmente inventar 5.000 bitcoins e mandar pro amigo. Leia mais sobre a blockchain aqui.

Vantagens

Esse já é um assunto bem disperso em redes mainstream, mas as vantagens são a descentralização (não dependência de nenhum governo), segurança (apesar de algumas falhas já terem ocorrido) e anonimato. Isso é interessante pois cria uma unidade de valor "estável". Ou seja, em seu status de unidade de valor, o bitcoin se assemelha mais ao ouro do que a moedas de países. Mil reais brasileiros podem nem existir daqui a 100 anos, mas uma barra de ouro ainda vai ser uma barra de ouro e um bitcoin ainda vai ser um bitcoin. O valor pode flutuar, mas a unidade é a mesma. Esta é a primeira geração de cripto-moedas: Bitcoin e suas cópias.

Problemas

Lerdeza: Bitcoin é extremamente lerda. Possui uma taxa média de 7 transações por segundo. No mundo inteiro, 7 transações por segundo. Eu não sei se fica claro somente com esta informação, mas possibilitar apenas SETE transações por segundo em uma rede que deseja ser utilizada mundialmente é risório! Atualmente existem mais de 300.000 transações na "fila de espera", e o tempo para a transação ser efetivada pode chegar a durar mais de um dia! Isso também acarreta outro problema: taxas. Quanto maior a fila, maior a taxa para que sua transação não fique perdida (transações com taxa maior são aceitas primeiro)
Armazenamento: Devido ao crescimento exponencial da quantidade de transações (lembrando que todas as transações são armazenadas na blockchain, como visto em CRIAÇÃO), o tamanho da blockchain também está crescendo exponencialmente. Atualmente já bate 139 gigas de tamanho, e brevente esse número será tão grande que usuários com máquinas normais (sem ser servidores gigantes) não poderão armazenar a blockchain inteira, que é um dos pilares da descentralização da bitcoin.
Escalabilidade: Tendo em vista os dois problemas acima, percebe-se que a Bitcoin não está preparada para ser usada mundialmente no dia-a-dia de todos. E o pior é... Não tem previsão para melhorar! Por isso muitas pessoas que acompanhavam o projeto há anos estão abandonando o navio.
Estes são os três maiores problemas que a bitcoin sofre atualmente (na minha opinião), e infelizmente não são os únicos...

Avanços

Com os visíveis limites do bitcoin, um grupo de desenvolvedores começou a criar uma nova criptomoeda... Mas dessa vez ela seria inteligente! Você poderia pagar fulano SE recebesse o produto. Você distribui uma parte do dinheiro CONFORME a pessoa contribui com a rede, etc! Essa é a ideia por trás dos contratos-inteligentes (smart contracts) que é o carro forte das moedas como o Ethereum.
O Ethereum iniciou a "segunda geração de criptomoedas". Com ela vieram inúmeros clones, a grande maioria das moedas atualmente no mercado são clones do Ethereum com uma pequena modificação. Alguns problemas da Bitcoin foram atenuados, mas nenhum deles realmente foi resolvido.
A taxa de transações por segundo duplicou... Para míseras 14 transações por segundo. A segunda geração abriu inúmeras portas para a aplicação da blockchain em diversos tipos de aplicações, mas não resolveu os problemas que atingiam (e ainda atingem a bitcoin).

Cenário atual

Com a popularidade da bitcoin deixando a Beyoncé para comer mosca, a busca pela moeda e interesse só vem aumentando. Com isso o mercado está valorizando absurdamente, mas bem instavelmente também, com correções de preço de até 40% de um dia pro outro.
Porém, pela terceira vez que falo nesse post: os problemas ainda não foram corrigidos.
Então é isso? Está tudo fadado ao fracasso? Não!
Atualmente estão surgindo os primeiros projetos que estão tentando ser "a primeira moeda da terceira geração". Essa terceira geração seria uma cópia da segunda, porém com os problemas resolvidos (entre outras coisas). Essas moedas são principalmente IOTA, EOS e o que eu particularmente estou interessado e investindo: CARDANO !.
Espero que este post tenha sido uma introdução boa ao assunto! Caso tenha alguma dúvida (e eu saiba responder) pergunte a vontade!
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NovaDAX: Mais Fácil e Segura para Comprar BTC e ETH!

NovaDAX: Mais Fácil e Segura para Comprar BTC e ETH!
A NovaDAX.com.br, que cria a maneira mais fácil e segura de comprar Bitcoin e Ethereum, será lançada no final de setembro. Atualmente, oferece os serviços de trading crypto-fiat com Bitcoin e Ethereum.
Com seu lançamento inicial no Brasil, no futuro, a NovaDAX.com.br, se prepara para lançar na Europa, EUA, Japão e Sudeste Asiático, etc.
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O que é a NovaDAX?
A NovaDAX.com.br é uma das exchanges líderes globais de criptomoedas, fornecendo os serviços financeiros avançados a traders globais, utilizando a tecnologia blockchain.
A NovaDAX.com.br oferece aos clientes uma maneira segura, conveniente e rápida de comprar, vender e armazenar ativos digitais. Ao usar nossa carteira, os clientes podem enviar, receber e armazenar ativos digitais com maior segurança, e a plataforma de trading permite que os clientes comprem e vendam ativos digitais instantânea e globalmente.
Nossa visão é trazer aos clientes globais um serviço financeiro mais eficiente, construindo um ecossistema financeiro aberto.
O que é NPT token?
NPT é o ativo comum reconhecido para ligar todos os serviços financeiros no Nova ecossistema. Na NovaDAX, o NPT deduzirá até 50% de taxa de transação.
NPT visa oferecer a bilhões de clientes globais três serviços de criptoativos — Gerenciamento de Criptoativos (Carteira Digital & Fundo de Hedge), Trading de criptoativos e Limite de Crédito (Cartão de Crédito Nova e Contas Bancárias Nova).
Como é a Equipe NovaDAX.com.br?
A visão é global. A NovaDAX agora tem mais de 600.000 clientes em 6 continentes. Sediada na Suíça, a NovaDAX possui equipes e escritórios na Europa, EUA, China, Brasil, Singapura e Indonésia. Nossa equipe de classe mundial é composta de especialistas em tecnologia do Google, Amazon, Tencent etc.
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A equipe de especialistas da NovaDAX inclui não apenas programadores superiores, mas também de setores financeiros, sempre colocando a segurança e prioridades dos clientes em primeiro lugar.
Como é o Nova Ecossistema?
O objetivo da Nova é criar um Ecossistema Financeiro com o NPT como o ativo comum reconhecido. NPT significa Nasdaq + Paypal + Citi. O Nova Ecossistema fornece a bilhões de clientes globais três serviços de Criptoativo — Gerenciamento de Criptoativo, Trading de Criptoativo e Criptocrédito.
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Para fornecer os serviços avançados de trading de criptomoedas a traders globais, a Nova já obteve a Licença da Exchange Suíça. E já lançou nossa própria Exchange no Brasil. Além disso, a Nova está solicitando a Exchange Licença do Japão e dos EUA.
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A Nova planeja desenvolver nossa própria Chain Pública — a Nova Chain, para proteger a privacidade dos usuários e criar Limite de Criptocrédito.
A Nova Chain possibilita a verificação de múltiplas identidades, o que protege os dados dos clientes contra perdas e roubos. Ao gravar os dados dos clientes na Chain, o Sistema da Nova Chain faz a abertura de contas bancárias virtuais globalmente mais fácil e a solicitação para cartões de crédito cripto com base no seu registro de dados possível.
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Além disso, mais aplicativos mencionados acima para transformar o Ecossistema Financeiro serão lançados, como o Nova Banco Virtual de Criptomoeda e o Fundos de Hedge de Cripto.
Fornecendo a maneira mais fácil e segura de comprar Bitcoin e Ethereum. Vamos te trazer mais aqui na NovaDAX.com.br!
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Alguem pode me tirar algumas duvidas ?

Estou procurando uma carteira que:
Espero que alguem possa tirar todas as minhas dúvidas, grato!!!
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Brasília ganha loja física de Bitcoin SP e Florianópolis são as próximas

A BitcoinToYou, única empresa com lojas físicas do Brasil a realizar transações entre o real e a moeda virtual, inaugurou seu segundo estabelecimento no país ontem (21), em Brasília. A primeira a comercializar bitcoins foi aberta em Curitiba, em junho do ano passado, e as próximas deverão ser em São Paulo e Florianópolis, ainda este ano, segundo a empresa.
O que é
A unidade monetária Bitcoin (BTC) é uma moeda online que não possui uma gerência central, tendo seus valores descentralizados a partir de transações por rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto). Por também não depender de intermediários financeiros, como bancos e instituições reguladoras como o Banco Central, as transações não contam com impostos e possuem taxas menores de transação.
De acordo com o dono da BitcoinsToYou, André Horta, a abertura da loja em Brasília promete ser lucrativa uma vez que a cidade divide com São Paulo o mérito de ser um dos locais com maior volume real de movimentação da moeda no Brasil. Se cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte também possuem grande número de adeptos da moeda, ainda ficam atrás no quesito de valores movimentados.
Para Adriano Zanella, o franqueado da nova loja, o objetivo é oferecer um espaço seguro com troca de ideias e informações entre funcionários e clientes, aumentando assim o nível de confiança dos brasileiros na moeda virtual.
Se hoje os principais compradores do bitcoin são pessoas que realizam trocas de câmbio para viagens internacionais e usuários de lojas online, a proposta do BitcoinToYou é estimular o comércio convencional a adotar a carteira de bitcoins, assim como já acontece em outras cidades e países. Dell, Amazon, Microsoft e BestBuy são algumas das marcas que aceitam pagamentos com a moeda.
A bolsa de Nova York, coincidentemente, acabou de adotar uma taxa de conversão entre bitcoins e dólares, com a justificativa de interesse dos seus negociantes pela cotação da moeda eletrônica.
A loja de Brasília, assim como a de Curitiba, vende cartões pré-pagos e aceita compras através de dinheiro e transferência bancária. Os donos também estudam a possibilidade da venda de bitcoins através de cartão de crédito, adotando até opção de parcelamento.
Além disso, será possível que comerciantes locais recebam em bitcoins e troquem a transação rapidamente por reais, aproveitando as altas e baixas da moeda sem se submeter a prazos e taxas das operadoras de crédito.
Como investir em Bitcoins e por quê? Veja no Fórum do TechTudo.
Sobre o risco, Adriano não tem dúvida de que se encontra em um negócio seguro e promissor. “No Brasil não é muito comum porque a gente não vê acontecendo, mas várias empresas de sucesso já adotam a transação em bitcoins, que vai ganhando espaço no futuro”, diz ele.
Segurança garantida
André Horta atenta para os cuidados com a segurança do sistema da loja, que possui servidores na Califórnia e na Flórida, além de investimentos em criptografia, certificado SSL e outros métodos que os próprios bancos usam, como autenticação de dois fatores e replicação de dados.
Além disso, há uma reserva de 90% dos valores em poder da empresa em paper wallet, uma garantia física de que a moeda digital não se perderá com uma invasão de software, por exemplo. “Hoje é uma técnica conhecida no mundo todo, todas as exchanges de ponta já usam”, explica André.
Apesar da alta volatilidade do bitcoin, que chega a variar cerca de R$ 30 a R$ 40 por dia, o saque dos valores adquiridos é imediato, de acordo com Adriano, o que aumenta a confiabilidade no sistema. Hoje com uma cotação de 1 bitcoin para cada R$ 758,74, o bitcoin já chegou a variar de US$ 200 a mais de US$ 1.000 em um período de alta na cotação. Os primeiros compradores do sistema, que foi criado em 2009, hoje são milionários.
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Explicando o Bitcoin.

Explicar o Bitcoin para novos usuários não é uma tarefa fácil, há muitos erros sobre a moeda virtual até mesmo na mídia sobre bitcoins. Para contribuir com a difusão do conhecimento sobre esta tecnologia. Deixo este post.
Bitcoin
Bitcoin é um dinheiro eletrônico P2P baseado em criptografia de chave publica que permite pagamentos online serem feitos sem intermédio de nenhuma uma instituição financeira.
Criptografia
O bitcoin usa a criptografia de chave publica, os endereços bitcoins nada mais são do que o hash da chave publica a qual é derivada da chave privada. Somente quem tem a chave privada correspondente ao endereço bitcoin pode gastar o valor que está endereço.
Exemplo de Chave Privada em formato Hexadecimal:
a2d3c4a4ae6559e9f13f093cc6e32459c5249da723de810651b4b54373385e2 
Exemplo de Chave Privada em formato WIF (Wallet Import Format) ( Formato de Importação de Carteira)
5K7EWwEuJu9wPi4q7HmWQ7xgv8GxZ2KqkFbjYMGvTCXmY22oCbr 
Exemplo de Endereço correspondente a chave privada ( Não use este endereço e esta chave).
1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Endereços podem ser verificados em:
https://blockchain.info/address/<**endereço-bitcoin**> https://blockchain.info/address/1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Tanto o endereço quanto a chave privada podem serem transmitidos de forma ótpica usando código QR, o qual pode ser lido por smartphones e dispositivos móveis.
Para se ter segurança a chave privada deve ser o mais aleatória/ randômica o possível além de ser armazenada com criptografada e senha.
Carteiras
Como dito novamente uma carteira bitcoin não armazena bitcoins. A carteira é um software que cria e protege chaves privadas com criptográfia e senha e envia transações a rede bitcoin para transferir balanços de bitcoin do endereços que tem a chave privada. Há três tipos de software de carteira: A carteira local, a e-wallet (carteira hospedada em sites) e carteira bitcoin impressa em papel.
Carteiras Locais
Exemplos de carteira local são o bitcoind e sua inteface gráfica bitcoin-qt (que é o cliente original criado por Satoshi Nakamoto) cuja desvantagem é baixa todo o arquivo do blockchain que agora são mais de 20 GB. Outras carteiras são o Electrum (a qual não baixa todo blockchain). Existem também carteiras bitcoins para smartphones.
Carteiras E-Wallet
Apesar de os bitcoins (diga-se as chaves privadas) serem mais seguros de serem guardadas localmente e não ser preciso de nenhuma instituição financeira para realizar transações, as carteira online tem certas vantagems tais como:
Vantagens:
Desvantagens:
Carteira impressa, em Papel ( Paper Wallet)
Uma carteira de papel é somente a chave privada e o endereços impressos em papel com código QR ou impressos. A carteira de papel pode ser usada para vender se bitcoins em um caixa eletrônico por exemplo ou para um armazenamento mais seguro da chave privada.
Rede Bitcoin
Blockchain:
Todas transações são armazenadas no "blockchain" que é um banco de dados que armazena os endereços, balanços de cada "endereço" e o codigo das transações. Cada participante da rede armazena uma copia do arquivo blockchain que roda um client "full node" ou um cliente completo que baixa todo o arquivo blockchain.
Cada transação é transmitida para todos participantes da rede e armazenada em nos arquivos "blockchain" de cada cliente.
Mineiros: Computadores que rodam o software de mineração ou hardwares especiais que resolvem um problema matemático difícil que consome muita energia, processamento e memoria e a cada vez que resolvem o problema recebem como recompensa um balanço, quantidade de bitcoins pelo algoritmo. Os "Mineiros" criam bitcoins e validam transações.
Moedas: Não existem moedas "coins" na rede bitcoin, o que existe é um balanço quantidade bitcoins, um mero número associado a um "endereço". Esta quantidade de bitcoins é armazenada no blockchain, isto é, em toda a rede. Somente pode realizar transferências de bitcoins contidos em um endereço quem tem a chave privada associada a ele. Perde-se os bitcoins quando se perde a "chave privada".
Carteira/ Wallet
Existem dois tipos de carteiras E-Wallet (Carteiras Remotas) e carteiras locais. A carteira bitocoin local é um software ou que pode criar "chaves privadas", endereços bitcoins através da chave privada e trasnferir o balanço bitcoin contido no endereço.
Privacidade e Segurança
Privacidade
Segurança
Obtendo-se Bitcoins
Existem várias formas de se obter bitcoins:
Formas de Pagamento/ Recebimento em bitcoins:
Pagamento em Bitcoins.
  1. O vendedor fornece seu endereço bitcoin.
  2. O comprador que pagará usando bitcoin com sua "carteira" wallet e chave privada transfere os bitcoins de seu endereço para o endereço do vendedor. A carteira pode tanto rodar em computador, celular ou ser uma e-wallet.
  3. O vendedor espera de 5 a 7 confirmações.
Comprando-se Bitcoins
Método 1: Trocar Bitcoin diretamente por dinheiro
  1. O comprador de bitcoins fornece seu endereço bitcoin ao vendedor.
  2. O vendedor com sua "carteira" Wallet transfere os seus bitcoins para o endereço do comprador e recebe dinheiro em troca.
  3. O comprador verifica se houveram confirmações da transação e checa seu balanço.
Método 2: Comprar chave privada 1. O comprador de bitcoins compra uma chave privada impressa em papel ou formato digital com a chave privada, o endereço e quantidade que estar a comprar.
  1. O comprador verifica o balanço do endereço e transfere com a chave privada dada para algum endereço seu associado a outra chave que tenha criado.
  2. Este método é mais usado com caixas eletrônicos, a chave privada pode vir impressa em bilhete em formato alfa-númerico e com código QR.
Desafios
Sumário:
- Dinheiro Digital - Descentralizado - Banco Virtual ( Você pode ser seu próprio banco) - Rede de pagamentos - Anti Inflacionário, finito de modo a emular o "ouro" - Não pode ser confiscado - Não pode ser apreendido pelo governo - Baseado em criptográfia 
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I BitConf | Primeira Bitcoin Conferência em Florianopolis

No dia 8 de março, sábado, Florianópolis sediará a primeira BitConf – Bitcoin Conference – organizada pela comunidade Bitcoin Brasil no Facebook, sites Koins.me e** Nerdices.com.br** e com o apoio de outros sites e fan pages, como Brasil Bitcoin e Bitcoin News.
Na edição deste ano da Campus Party, maior evento de tecnologia do Brasil e que acontece anualmente em São Paulo, foram realizados dois debates sobre Bitcoin, com a presença dos CEOs do Mercado Bitcoin e Bitcoin To You, Rodrigo Batista e Andre Horta, do empreendedor e CEO da Boo-Box, Marco Gomes e da analista de mercado Maila Manzur, mediados pelo administrador da comunidade Bitcoin Brasil, Wladimir Crippa.
Estes debates deixaram claro que há muitas pessoas e empresas interessadas em saber mais sobre o Bitcoin e como usar a moeda no dia-a-dia. Por isso, surgiu esta iniciativa de realizar a I BitConf. A conferência contará com a presença de especialistas em moedas digitais, economistas, entusiastas, empreendedores, proprietários de exchanges.
O Bitcoin é uma moeda digital, não é vinculada a nenhum banco, empresa ou governo. A própria rede de usuários mantém o sistema funcionando e gera novas moedas, em um processo chamado de "mineração".
O evento é voltado para todos os públicos, desde o iniciante que não tem ideia do que é o Bitcoin até usuários experientes e que acompanham a moeda desde seu surgimento, há 5 anos.
Quem participar da BitConf poderá também ver em funcionamento um caixa eletrônica que opera com Bitcoin (foto anexa). Nele, o usuário insere notas de reais e ele, instantaneamente, calcula o valor do Bitcoin e deposita na carteira virtual do cliente. A BitConf ocorrerá no hotel Castelmar, situado em privilegiada região da capital catarinense, com uma maravilhosa vista para o oceano e a ponte Hercílio Luz. As inscrições podem ser feitas no site www.koins.me/bitconf
No valor da inscrição – R$ 180,00 ou 0,1 Bitcoin – já está incluso coffe break, almoço e jantar.
Programação da I BitConf – Bitcoin Conference Brasil
A BitConf contará com a presença de palestrantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Confira:
9h – abertura
9:30h – mesa: o que é o Bitcoin?
Debatedores
12h – intervalo para o almoço
14h – mesa: situação atual do Bitcoin no Brasil e no mundo
debatedores
16h – coffe break
16:30 – mesa: aspectos legais e fiscais do Bitcoin
debatedores
19h – jantar
20h – mesa: oportunidade de negócios com Bitcoin
debatedores
22:30h – encerramento
Debatedores
Andre Horta (Belo Horizonte): CEO da startup BitcoinToYou, criou em julho/2013 a plataforma para compra e venda de Bitcoins no Brasil (www.bitcointoyou.com), atualmente com mais 3000 clientes cadastrados, negociando acima de 1 milhão de reais ao mês em Bitcoin. Gerenciou projetos para multinacionais como: Fiat, Ford, Usiminas, Gerdau, Vale, Banco Bonsucesso e IbiCred dentre outra. Apaixonado por tecnologia!
Fernando Ulrich (Porto Alegre): É mestre em Economia da Escola Austríaca, com experiência mundial na indústria de elevadores e nos mercados financeiro e imobiliário brasileiros. É conselheiro do Instituto Mises Brasil, estudioso de teoria monetária, entusiasta de moedas digitais, e mantém um blog no portal InfoMoney chamado “Moeda na era digital”.
Paulo Geyer (Florianópolis): Programador autônomo, ativista de software livre e cypherpunk. Participa de projetos como o Catarse, Mailpile, Bitcoin e cjdns. Membro do Tarrafa Hacker Clube, e fundador do Wifinópolis (Rede Mesh municipal em Florianópolis). É também membro vitalício da Bitcoin Foundation.
Leandro Markus (Rio de Janeiro): Consultor tributário e empreendedor contábil com experiência nos seguintes players: Walmart, Lojas Americanas, Neoenergia, Petrobras, Águas do Brasil entre outras. Apaixonado por startups e tecnologia.
Gabriel Rhama (São Paulo):Gabriel Rhama é Motion Designer, graduado pela Escola Panamericana de Arte e Design, Professor de Direção de Arte na Studio Motion e colorista na Capsule Color. Um dos responsáveis pela criação da p2poolbrasil.org, a primeira p2pool brasileira com suporte a mais de 6 altcoins. Passa seu tempo pesquisando sobre criptomoedas e tudo o que envolve o universo Bitcoin! E fazendo o que mais gosta que é a sua paixão pelo design!
Rodrigo Batista (São Paulo): CEO do MercadoBitcoin.com.br, a maior empresa de Bitcoins da América Latina. É formado em computação pelo IFSP, Administração de Empresas pela USP e é pós graduando em Engenharia Financeira pela USP. Antes de empreender trabalhou em instituições financeiras como Morgan Stanley, Itaú BBA e Socopa corretora.
Jaison Carvalho (Joinville): Nerd Invicto (jamais foi para o Lado Negro da força), Bacharel em sistemas de informação e trabalha com tecnologia a 15 anos. Fundou uma empresa onde desenvolveu uma solução de software especialista para indústrias, vendeu a mesma e ficou rico. Agora é um entusiasta das criptomoedas e organizou o primeiro encontro de Bitcoins em Joinville. Nas horas vagas é um marido perfeito, pai babão e presta consultoria em ERP.
Marco Gomes (São Paulo): fundador da Boo-Box; co-fundador do MOVA+;Consiglieri do Grupo Jovem Nerd; ganhador ano passado do World Technology Awards como melhor profissional de marketing do mundo.
Tony Fontoura (EUA): Ph.D. Programador, empresário, visionário. Mora nos Estados Unidos desde 1998. Fundou o maior portal brasileiro no exterior, TioSam.com em 1999. Em 2006 fundou a TV Brasil Internacional, a primeira emissora brasileira no exterior. Criador e idealizador do HashDollar, a primeira cryptomoeda com cotação estável.
Bernardo Quintão: fundador da Grow | Investimentos, boutique financeira independente com 7 anos de mercado em Curitiba. É entusiasta das criptomoedas e fundador do BitWifi, uma startup que utiliza o protocolo Bitcoin em seu modelo de negócio. Além de ser investidor e mentor de startups, um dos fundadores da Rede C2i de Investidores-Anjo do Paraná e fundador do Bitcoin Meetup Curitiba.
Wladimir Crippa - organização - [email protected] - 48 8826 2192
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VICE.COM: Ascensão e Queda da Primeira Máquina de Bitcoin do Brasil

Escrito por FELIPE MAIA VICE
Em abril de 2014, o bar Zé Gordo, localizado no bairro nobre de Itaim, em São Paulo, estreou a primeira máquina de bitcoin do Brasil em parceria com a Mercado Bitcoin, uma empresa especializada em finanças com moedas virtuais.
À época, a compra foi considerada bem moderna: pouco se falava de transações desse tipo no país e um dispositivo físico de bitcoins dentro de um boteco chique era, convenhamos, simbólico demais para ignorar.
Meses depois do anúncio e das repercussões em redes sociais, porém, nunca mais ouvimos falar da maquininha. Sem mais nem menos, o equipamento tinha desaparecido das notícias e, segundo alguns clientes, também do bar.
Em busca de explicações, fui conversar esta semana com Erivelton Rodrigues, sócio-proprietário do Zé Gordo, e ele me contou que teve de devolver a máquina aos proprietários por uma simples razão: medo de assalto. Durante os seis meses que ficou disponível para o público, a peça, do tamanho de um frigobar, foi cobiçada por mais de um transeunte de comportamento estranho. “A máquina não era interessante pra gente porque não era seguro ela aqui”, afirmou, durante uma visita minha ao seu estabelecimento.
Erivelton contou que um tipo suspeito a seus olhos esteve três vezes no bar em função da máquina. No primeiro dia, um sábado de agosto, ele usou o aparelho depois de fazer muitas perguntas. Na segunda-feira, voltou ao bar para nova sessão de questões enquanto procurava câmeras. Na terça-feira, o tipo voltou em um carro com mais uma pessoa. Erivelton tinha devolvido o aparelho. “Já não tinha mais máquina”, afirma.
O equipamento vendia bitcoins. Como um caixa eletrônico que realiza depósitos, ele aceitava cédulas de reais e as trocava pela moeda virtual. O valor adquirido ia diretamente para a conta virtual do comprador, enquanto seu dinheiro ficava armazenado na caixa forte blindada da máquina. Segundo Erivelton, ela seria presa fácil para ladrões por ter meio metro e cerca de cinquenta quilos.
Localizado entre bairros com o maior PIB de São Paulo segundo o censo de 2010 do IBGE e cercado por grandes empresas e bancos de investimentos, o bar Zé Gordo oferece uma posição privilegiada para uma máquina de transações financeiras. Erivelton diz ter visto compras de até dois mil reais no aparelho. “Vinham uns espanhois”, diz ele. “Tinha pouco brasileiro que procurava.”
De acordo com Rodrigo Batista, um dos fundadores do Mercado Bitcoin, a empresa retirava o dinheiro da máquina ao menos uma vez por semana. “O valor das transações costumava ser entre cinquenta e cem reais”, diz. Com o fim da parceria, o Zé Gordo abandonou também as transações com bitcoins no caixa.
O acordo entre a empresa e o bar terminou sem prejuízo para nenhum dos lados. Os funcionários do Mercado Bitcoin ainda aparecem no Zé Gordo para almoçar ou tomar uma cerveja. Rodrigo estuda levar a máquina para outro lugar, mas não sabe o destino do aparelho que custou R$ 10 mil a sua companhia. “Era mais uma peça de marketing”, diz. “É um equipamento físico para algo que não é físico.”
Bitquê?
O Bitcoin é uma moeda virtual com valor real. Os bitcoins correspondem a cálculos executados por computadores potentes — os mineradores. Há um limite para a quantidade de cálculos possíveis, isto é, para os bitcoins em circulação. E eles podem ser transferidos de um ponto a outro da internet de maneira verificada pela própria rede de mineiradores e usuários. Assim rolam compras e vendas com bitcoins sem intermédio de bancos ou operadoras.
Quem não tem um supercomputador minerador pode comprar bitcoins. A operação é similar ao trabalho feito por uma casa de câmbio: uma troca de moedas diferentes. Essa era a função realizada pela máquina do Zé Gordo. “Você coloca reais e saca bitcoins”, diz Rodrigo. Atualmente é possível adquirir uma unidade da moeda virtual a cerca de oitocentos reais em serviços online. O próprio Mercado Bitcoin oferece essa opção no seu site.
Quem quiser usar uma máquina de bitcoin pode se dirigir à Coinverse, na Vila Madalena. O equipamento da empresa mais parece um caixa eletrônico. Além de realizar saques de moeda virtual, ele também pode ser usado para saques de dinheiro comum. Nesse caso, basta ter uma carteira virtual com saldo disponível. “O nosso aparelho funciona nas duas vias”, explica Safiri Félix, um dos fundadores da startup. “Tem semanas que ela vende dez mil reais.”
Segundo ele, a máquina é vigiada constantemente por câmeras e um seguro garante o ressarcimento a Coinverse em caso de roubo — ela custa cerca de R$ 70 mil. Levá-la indevidamente é complicado também por causa dos seus trezentos quilos. “A gente não tem essa preocupação porque estamos num espaço que está cheio de gente”, diz Safiri.
Ele e Rodrigo são pioneiros em um terreno ainda nebuloso para quem vê de fora. O lucro de suas companhias vem de taxas sobre as transações, algo que lembra os maus e velhos bancos. No Zé Gordo, o espaço que antes era destinado à máquina de bitcoins agora dá lugar a uma geladeira de cervejas especiais com luzes brancas e acabamento refinado em vermelho.
FONTE VICE
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Como fazer uma Paper Wallet para Bitcoin

Como fazer uma Paper Wallet para Bitcoin
Uma das opções mais populares para manter seus bitcoins seguros é algo chamado de Paper Wallet (algo como: carteira de papel). Aqui vamos explicar como transformar todas aquelas moedas digitais em uma nota física usando apenas uma impressora.
Saiba que neste guia falaremos sobre bitcoin. No entanto, os conceitos básicos se aplicam a qualquer outra cryptomoeda; como por exemplo, o litecoin.
O que é uma Wallet(carteira) e por que eu preciso de uma?
Uma bitcoin wallet consiste em duas "chaves". Você provavelmente já está familiarizado com a chave pública, que é o endereço de sua carteira e é a forma como as outras pessoas enviam bitcoins para você.
A outra parte da sua carteira bitcoin é a chave privada. É isso que lhe permite enviar bitcoins para outras pessoas.
A combinação da chave pública do destinatário e sua chave privada é o que faz uma transação em cryptomoeda possível.
É importante compreender que, se alguém obtém a chave privada de sua carteira, podem retirar os seus fundos – e é por isso que é absolutamente essencial que ninguém a descubra.
Então, se você mantém suas moedas em uma carteira virtual qualquer, ou em um software carteira em seu hard-drive, você está vulnerável a ataques de hackers ou malwares que podem registrar o que você digita.
Além disso, um computador roubado ou uma falha do disco rígido também pode fazê-lo dar adeus para o seu tesouro digital.
Usada com cuidado, uma Paper Wallet pode protegê-lo contra essas possibilidades.
O que é uma Paper Wallet?
É um documento que contém cópias das chaves públicas e privadas que compõem a sua carteira. Muitas vezes, ele vai ter os códigos QR, de modo que você pode rapidamente digitalizá-los e adicionar as chaves em uma carteira de software para fazer uma transação.
O benefício de uma Paper Wallet é que as chaves não são armazenadas digitalmente em qualquer lugar, e não estão, portanto, sujeitas a ataques cibernéticos ou falhas de hardware.
A desvantagem de uma Paper Wallet é que papel e a tinta podem degradar, e papel é relativamente frágil - e definitivamente vale a pena manter bem longe do fogo e da água, por razões óbvias.
Além disso, se você perder uma Paper Wallet, você nunca será capaz de acessar os bitcoins enviados para seu endereço.
Criando uma Paper Wallet
Aqui estão 10 passos necessários para criar uma Paper Wallet:
  1. Para gerar um novo endereço bitcoin, abra o BitAddress.org no seu navegador (ou LiteAddress.org para litecoin ).
  2. O BitAddress (mas não LiteAddress) vai pedir para você criar alguma aleatoriedade, digitando aleatoriamente caracteres no formulário ou movendo o cursor ao redor.
  3. Você verá chaves públicas e privadas e seus respectivos códigos QR. Não verifique-os.
  4. Clique na guia 'paper wallet '.
  5. Selecione o número de endereços a gerar.
  6. Se você não deseja manter a arte, clique no botão 'Hide art'.
  7. Clique no botão "Gerar" para criar novas carteiras.
  8. Uma vez que as carteiras são geradas, clique no botão "Imprimir" para fazer uma cópia na impressa.
  9. Seu navegador irá pedir para selecionar a impressora que deseja usar. No caso do Google Chrome, você também pode salvar a página como um arquivo PDF.
  10. Anote os endereços públicos, ou escaneie o código QR do endereço público no seu aplicativo bitcoin (ou litecoin) e comece a depositar fundos.
Para os usuários do site da Blockchain.info, há também uma opção de Paper Wallet [https://blockchain.info/wallet/paper-tutorial]. Clique na opção "Import/Export", e procure o link 'Paper Wallet' no menu do lado esquerdo .
Uma opção muito mais sofisticada para a sua Paper Wallet pode ser encontrada em Bitcoinpaperwallet.com.
Este site oferece um design à prova de violações de uma Paper Wallet. Também é possível solicitar etiquetas holográficas para provar que a carteira não foi adulterada. Ele também fornece um CD de instalação do Ubuntu com o software de Paper Wallet pré-instalado.
Preocupações com a segurança
As implicações e riscos ao armazenar grandes quantidades de dinheiro, podem fazer você querer tomar precauções sérias de como proceder para criar a sua Paper Wallet e depois guardá-las.
  1. Não deixe ninguém ver você criar a sua carteira.
  2. Ambos, BitAddress e LiteAddress, dão suporte a chaves privadas através do algoritmo BIP38 . Isto fornece autenticação de dois fatores para a sua Paper Wallet; ou seja: algo que você tem (Paper Wallet), e algo que você sabe (a senha). Além disso, observe que você terá que usar o mesmo site no futuro para descriptografar a chave privada.
  3. Para afastar o risco de qualquer tipo de spyware monitorando sua atividade, você deve usar um sistema operacional limpo. Uma boa maneira de conseguir isso seria a criação de uma unidade flash USB ou DVD com uma distribuição Linux "LiveCD ", como o Ubuntu.
  4. Além disso, uma vez que uma Paper Wallet, foi criada através de um site, é possível ao código do Website funcionar offline. Portanto, ao criar as chaves públicas e privadas, deixe o seu computador offline antes de gerar as chaves.
  5. Por questões de segurança, imprima a sua Paper Wallet a partir de uma impressora que não esteja conectada a uma rede.
Dicas para manter sua Paper Wallet
Exportação de chaves privadas de carteiras altcoin (moedas alternativas)
Se você quiser criar uma Paper Wallet para uma moeda menos utilizada que não possui um site gerador de endereço, ainda há uma maneira de conseguir isso.
O que cada moeda alt possui é uma variação da aplicação de carteira Bitcoin - Qt.
Então você agora tem as chaves públicas e privadas da carteira. Você pode imprimi-las como estão, ou você pode optar por gerar códigos QR para imprimir.
No entanto, os detalhes da carteira continuarão a existir no seu computador. A única maneira de removê-los é para abrir o seu gerenciador de arquivos no 'C: \ Users \ [ YourUsername ] \ AppData \ Roaming \ [ Wallet App Name] \' pasta e apagar o arquivo 'wallet.dat'.
NOTA: isto irá remover todos os endereços mantidos na carteira de software, e você deve se certificar de que não existem fundos restantes nos outros endereços que serão excluídos.
Agora você é o orgulhoso proprietário de uma Paper Wallet não hackeável para suas moedas digitais. Se, no entanto, uma Paper Wallet não é para você, você pode usar sua própria mente com uma Brain Wallet (carteira de cérebro[http://www.coindesk.com/how-to-create-a-brain-wallet/]).
Tradução: Sarah Alexandre
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GLOBO.com Brasília ganha loja física de Bitcoin; SP e Florianópolis são as próximas

A BitcoinToYou, única empresa do Brasil a realizar transações entre o real e a moeda virtual, inaugurou sua segunda loja física no país ontem (21), em Brasília. A primeira a comercializar bitcoins foi aberta em Curitiba, em junho do ano passado, e as próximas deverão ser em São Paulo e Florianópolis, ainda este ano, segundo a empresa.
A unidade monetária Bitcoin (BTC) é uma moeda online que não possui uma gerência central, tendo seus valores descentralizados a partir de transações por rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto). Por também não depender de intermediários financeiros, como bancos e instituições reguladoras como o Banco Central, as transações não contam com impostos e possuem taxas menores de transação.
De acordo com o dono da BitcoinsToYou, André Horta, a abertura da loja em Brasília promete ser lucrativa uma vez que a cidade divide com São Paulo o mérito de ser um dos locais com maior volume real de movimentação da moeda no Brasil. Se cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte também possuem grande número de adeptos da moeda, ainda ficam atrás no quesito de valores movimentados.
Para Adriano Zanella, o franqueado da nova loja, o objetivo é oferecer um espaço seguro com troca de ideias e informações entre funcionários e clientes, aumentando assim o nível de confiança dos brasileiros na moeda virtual.
Se hoje os principais compradores do bitcoin são pessoas que realizam trocas de câmbio para viagens internacionais e usuários de lojas online, a proposta do BitcoinToYou é estimular o comércio convencional a adotar a carteira de bitcoins, assim como já acontece em outras cidades e países. Dell, Amazon, Microsoft e BestBuy são algumas das marcas que aceitam pagamentos com a moeda.
A bolsa de Nova York, coincidentemente, acabou de adotar uma taxa de conversão entre bitcoins e dólares, com a justificativa de interesse dos seus negociantes pela cotação da moeda eletrônica. A loja de Brasília, assim como a de Curitiba, vende cartões pré-pagos e aceita compras através de dinheiro e transferência bancária. Os donos também estudam a possibilidade da venda de bitcoins através de cartão de crédito, adotando até opção de parcelamento.
Além disso, será possível que comerciantes locais recebam em bitcoins e troquem a transação rapidamente por reais, aproveitando as altas e baixas da moeda sem se submeter a prazos e taxas das operadoras de crédito.
Sobre o risco, Adriano não tem dúvida de que se encontra em um negócio seguro e promissor. “No Brasil não é muito comum porque a gente não vê acontecendo, mas várias empresas de sucesso já adotam a transação em bitcoins, que vai ganhando espaço no futuro”, diz ele.
Segurança garantida
André Horta atenta para os cuidados com a segurança do sistema da loja, que possui servidores na Califórnia e na Flórida, além de investimentos em criptografia, certificado SSL e outros métodos que os próprios bancos usam, como autenticação de dois fatores e replicação de dados.
Além disso, há uma reserva de 90% dos valores em poder da empresa em paper wallet, uma garantia física de que a moeda digital não se perderá com uma invasão de software, por exemplo. “Hoje é uma técnica conhecida no mundo todo, todas as exchanges de ponta já usam”, explica André.
Apesar da alta volatilidade do bitcoin, que chega a variar cerca de R$ 30 a R$ 40 por dia, o saque dos valores adquiridos é imediato, de acordo com Adriano, o que aumenta a confiabilidade no sistema. Hoje com uma cotação de 1 bitcoin para cada R$ 758,74, o bitcoin já chegou a variar de US$ 200 a mais de US$ 1.000 em um período de alta na cotação. Os primeiros compradores do sistema, que foi criado em 2009, hoje são hoje milionários.
FONTE GLOBO.COM
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Bitcoin vai mudar a economia mundial?

São Paulo - O economista Fernando Ulrich, de Porto Alegre, descobriu no ano passado o Bitcoin, moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central.
Cético, em um primeiro momento, Fernando estudou sobre o assunto, virou um defensor da criptomoeda e publicou, em março, o livro Bitcoin – a moeda na era digital. Fernando conversou com a VOCÊ S/A, no mês passado, e conta o que aprendeu sobre o Bitcoin. Para sabe mais sobre a moeda virtual que conquista cada vez mais consumidores, leia a reportagem Crédito, débito ou bitcoin? na VOCÊ S/A de abril.
VOCÊ S/A - O senhor se considera um advogado da causa?
Fernando Ulrich - Independente de ser advogado ou não da causa, estamos falando de uma revolução tecnológica sem precedentes. A criptomoeda é uma resposta do mercado à nossa situação monetária, completamente estatizada.
Se você analisa o mercado, você entende de onde vem o dinheiro, mas a apropriação do dinheiro pelo estado não tem nada a ver com a origem do dinheiro. Pela primeira vez, existe uma alternativa real a essa apropriação.
VOCÊ S/A- Bitcoin é um investimento?
Fernando Ulrich - Do ponto de vista econômico, é um investimento que se assemelha ao ouro. O bitcoin não dá nenhum rendimento. Mas é algo muito recente. Tem pouco mais de cinco anos.
E é importante dizer que não é perfeitamente seguro. Ainda é de alto risco porque o comportamento da moeda é muito instável. Ninguém deve colocar uma parcela significativa do seu rendimento em bitcoin. A confiança na moeda requer tempo. Ao decorrer dos anos, ela vai ganhar essa confiança.
VOCÊ S/A - Então quais são as vantagens da moeda?
Fernando Ulrich - Como ele está em uma rede descentralizada, governo nenhum tem como confiscar a sua carteira. Ninguém pode proibi-lo de enviar ou usar bitcoins como você quiser.
Ele também não pode ser inflacionado por ninguém – nem pelo governo. O bitcoin também está servindo como um estímulo à inovação financeira. As pessoas não precisam da permissão de ninguém para movimentar o próprio dinheiro. Enviar para pessoas em qualquer lugar do mundo, sem precisar pagar as taxas exorbitantes cobradas pelos bancos.
VOCÊ S/A - Esse teor anárquico da moeda não faz com que ela seja usada também em transações ilegais?
Fernando Ulrich - Sim, mas hoje em dia, a esmagadora parte das transações ilegais se dá através de dinheiro físico porque ele é a maneira mais difícil de ser rastreada.
É bem possível que existam pessoas usando bitcoin para transações ilegais, toda transação com bitcoin deixa rastros. É possível saber, pelo sistema, quando e quanto dinheiro foi enviado para cada conta. O bitcoin é uma tecnologia como qualquer outra. Os bancos que estão incomodados. E devem ficar mesmo.
VOCÊ S/A - Por quê?
Fernando Ulrich - Porque com os bitcoins, as pessoas não dependem de nenhuma entidade terceirizada. Ele é muito mais rápido e mais barato. Os comerciantes vão economizar milhares de dólares com as taxas cobradas dos cartões de crédito.
O comércio online entre países vai ficar mais barato, sem as taxas de conversão de real para dólar, por exemplo. As remessas para imigrantes, que hoje são providas por algumas poucas instituições, que cobram taxas de até 10%, vão ficar muito mais baratas. Se os bancos não correrem atrás, vão ficar no prejuízo.
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Estadão - Bolsa de Nova York cria índice de cotação de bitcoin

Em um importante passo em direção à aceitação do bitcoin pelo mercado financeiro, a Bolsa de Valores de Nova York anunciou ontem a criação de um índice que acompanhará a cotação da moeda digital. A iniciativa vai funcionar por tempo limitado e tem como objetivo se tornar um indicador de referência no valor da moeda, atualmente cotada de formas alternativas em diferentes sites.
Batizado com a sigla NYXBT, o serviço será oferecido no Índice Global da NYSE de forma gratuita. Para realizar a conversão de bitcoins em dólares, a bolsa irá acompanhar transações realizadas com a moeda pelo mundo. Atualmente, o Google e a Bloomberg também realizam a medição do valor de bitcoins, mas o mercado não conta ainda com um indicador de referência na categoria.
"Iremos usar nosso nome e reputação como fornecedor global de índices para nos diferenciar das cotações fornecidas pelo resto do mercado", disse Tom Farley, presidente da Bolsa, em comunicado à imprensa.
A Bolsa de Nova York já vinha se preparando para entrar no mercado da moeda virtual. Em janeiro, ela comprou uma carteira de US$ 75 milhões de bitcoins. Segundo Farley, a Bolsa está mostrando que consegue se adaptar facilmente aos novos dispositivos e tecnologias que surgem. "Não vamos esperar até que esse mercado evolua completamente; vamos sentar no banco da frente e ver como ela irá amadurecer."
De acordo com o presidente da bolsa nova-iorquina, a medida vai ao encontro da demanda do consumidor.
"O valor do bitcoin está rapidamente se tornando um dado que nossos clientes querem acompanhar quando estudam uma transação, negócio ou investimento com essa categoria emergente de bens", afirmou Farley. "Estamos felizes de trazer esta transparência ao mercado."
Sobre os câmbios de bitcoin que pretende monitorar, a bolsa reforçou que serão apenas aqueles "que foram avaliados e atenderam aos padrões da NYSE", disse o presidente da instituição.
Aceitação. Nos últimos meses, várias entidades de renome no setor financeiro norte-americano se aproximaram do bitcoin. A Nasdaq, bolsa de empresas de tecnologia, anunciou em março que iria fornecer a uma startup a tecnologia necessária para rodar um câmbio de compra e venda de bitcoins e demais moedas virtuais.
Depois de alertar investidores sobre a falta de segurança do bitcoin em 2014, o banco Goldman Sachs decidiu investir US$ 50 milhões em abril deste ano em uma operadora de bitcoin ao lado de um fundo de investimento chinês.
Larry Summers, ex-secretário do tesouro dos Estados Unidos, falou em fevereiro sobre a necessidade de regulação da moeda, que ele vê como uma maneira de reduzir custos e ineficiências no sistema de pagamentos globais.
No mês seguinte, a IBM afirmou que estava considerando a adoção de uma tecnologia usada na moeda digital bitcoin chamada "blockchain". Trata-se de uma carteira virtual com registro de transações. A intenção da IBM seria criar um sistema de moeda digital e pagamento para moedas importantes, segundo informações de uma pessoa familiarizada com o assunto.
Segundo o Banco da Inglaterra, 41 milhões de contas de bitcoins operavam no mundo em 2014. Embora o valor total do comércio de bitcoins seja desconhecido, analistas estimaram que os gastos globais em bens e serviços com a moeda dobraram no ano passado.
A mais popular entre as inúmeras moedas virtuais existentes, o Bitcoin não tem um administrador central; uma rede de computadores de voluntários valida as transações, que requerem assinaturas eletrônicas criptografadas. / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
FONTE ESTADAO
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Começa a operar no Brasil primeira loja física de bitcoins [VEJA]

Franquia da Bitcoin to you permite vender moeda virtual e sacar dinheiro na hora, além de comprar bitcoins com cartão de crédito
Começou a funcionar nesta terça-feira, em Curitiba, a primeira loja física para compra e venda da moeda virtual bitcoin do Brasil. Trata-se da primeira franquia da marca Bitcoin to you, fundada em 2010 pelo analista de sistemas André Horta, que permite negociar bitcoins por meio da internet. Na loja, os usuários poderão vender suas moedas virtuais e receber dinheiro na hora, além de comprar mais moedas, por meio de pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
De acordo com Horta, o plano é expandir o modelo de franquia para outras cidades do Brasil – São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador já teriam interessados. “Queremos levar o bitcoin para fora da internet e aproximar a moeda virtual das pessoas”, diz o executivo. Para abrir uma franquia da Bitcoin for you, o interessado precisa ser usuário de bitcoins, além de pagar uma taxa única que varia entre 3.000 e 10.000 reais. Ela inclui a licença de uso da marca, material de divulgação e, em alguns casos, reforma do ponto de venda.
Ao chegar à loja física, o usuário pode consultar o preço do bitcoin no site Bitcoin for you. O franqueado faz o cálculo de acordo com o valor disponível no site e informa o preço final para comprar determinada quantia de bitcoins. O Bitcoin for you não cobra nenhuma taxa sobre as transações realizadas na loja física e o cliente pode pagar pelas compras em dinheiro ou cartão. Ao concluir a operação, o usuário recebe um comprovante com o número da carteira virtual onde os bitcoins adquiridos estão “depositados”.
No caso da venda de Bitcoin, basta que o usuário informe quantas moedas virtuais quer negociar e o atendente efetiva a venda por meio do site. Com isso, é possível receber o valor em dinheiro na hora, como se estivesse trocando moedas estrangeiras em uma casa de câmbio tradicional. “Esperamos vender cerca de 600 bitcoins na loja de Curitiba, o que deve movimentar cerca de 1 milhão de reais por mês”, prevê Horta.
O comércio de bitcoins em lojas físicas já acontece em algumas cidades do exterior onde a moeda é mais popular, como Hong Kong (China), Londres (Grã-Bretanha) e Nova York (Estados Unidos). A ideia de montar uma loja como esta no Brasil, embora o bitcoin ainda não seja tão popular no país, surgiu após conversas com um colega que montou uma loja de bitcoins em Londres. “O movimento era grande e percebi que o contato pessoal ajuda a tirar dúvidas dos interessados sobre como funciona a moeda virtual”, diz Horta.
No Brasil, além de comprar e vender moedas virtuais por meio da internet e, agora, em uma loja física, há também a opção de comprar bitcoins em um caixa eletrônico. Parecido com máquinas que vendem doces e salgadinhos, o equipamento recebe cédulas em reais e converte o valor em bitcoins, que são adicionados a uma carteira virtual. Ela está instalada em um bar no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. A compra na loja física, porém, sai na frente por permitir a venda da moeda virtual e o saque imediato do valor em reais, o que ainda não é realidade no caixa eletrônico disponível no Brasil.
FONTE VEJA
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48h só com bitcoins!

A tarefa parecia fácil: passar 48 horas em Berlim usando só bitcoins. O desafio, porém, complicou-se com o passar do tempo, tornando ações simples, como comprar água e andar de ônibus, em provas de resistência e paciência.
A cidade alemã é a que tem mais lugares que aceitam a moeda criptografada. O bairro de Kreuzberg é o epicentro do fenômeno, com estabelecimentos que veem no meio de pagamento não apenas um modo de fazer transações, mas também uma chance de lutar contra o "sistema".
No 1º dia, logo pela manhã fui à região da Graefestrasse, no bairro pioneiro. A primeira experiência foi no Lekkerlaub, bistrô em um albergue onde é possível não só pagar a comida com bitcoins, mas também a hospedagem.
"Os bitcoins que nos pagam ficam em nossa carteira virtual como uma poupança, porque o poder de valorização da moeda é tremendo", diz Vesna Sk, sócia do lugar.
Depois, fui a uma livraria de ficção científica. Foi duro resistir a um Chewbacca de papelão em tamanho "real". O simpático personagem peludo de "Guerra nas Estrelas" poderia ter sido meu por 0,07576 bitcoin (R$ 104).
À noite, antes de sair, carreguei a bateria porque, se acabasse, não poderia usar o dinheiro. Fui ao Room77, restaurante cujo dono, o alemão Joerg Platzer, é o principal responsável pela disseminação de bitcoins por Berlim.
Platzer começou a aceitar bitcoins em 2010, estimulado pelo temor da crise na Europa. "Acredito que o sistema financeiro atual vai entrar em colapso e a única resposta será a moeda criptografada."
Ele firmou parceria com a ferramenta BitPay. "Quando alguém paga por lá, os bitcoins são transformados em euros e depositados na conta do dono do bar", diz. Nos próximos dois meses, estima, entre 50 e 60 novos estabelecimentos no bairro passarão a aceitar a moeda.
Na hora da conta, um holandês ao meu lado achou insensato usar bitcoins. "Só pago com a moeda quando desvaloriza, mas agora está em alta", palpitou o consultor em TI Maarten Van Gaal. "Você deveria guardar e, quem sabe, ficar rica."
No dia seguinte, encontrei um bistrô para tomar um brunch e fui até uma loja de discos, de onde saí sem comprar nada, já que os funcionários não sabiam operar o tablet pelo qual o pagamento de bitcoins é feito.
Terminei minha jornada no Devil's Kitchen Bar. Quando fui pagar, pânico: o dono, que não estava, é o único com acesso ao tablet. Pela primeira vez em dois dias abri a carteira física --e gastei € 15.
Sobrevivi às 48 horas com algumas moedas. Quatro dias depois, descobri o artista Tiziano Boccacini, 19. Deitado na estação, equilibrava uma vassoura no dedo. No cartaz: "Aceito bitcoins". "Comecei a investir há mais ou menos um ano, fica mais fácil para receber contribuições", diz.
Mas alguém, de fato, usa a moeda para ajudá-lo? "Em uma semana, quatro pessoas usaram", afirma. Fui a quinta doadora. "Nesse ritmo, vou ficar rico."
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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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O Bitcoin entra na real *Valor Econômico*

A ideia de romper fronteiras entre o mundo digital e o físico permeia enredos de ficção científica há décadas. Mas e se o mundo real começar, de verdade, a ficar mais virtual? É uma façanha que, parece, o bitcoin (BTC) tem conseguido levar adiante, mesmo após as turbulências dos últimos meses, que colocam em xeque o futuro do dinheiro virtual.
O Brasil já conta com 51 estabelecimentos, entre bares, pousadas, restaurantes, lojas e até uma clínica de cirurgia plástica, que, além de reais, recebem também dinheiro virtual. Em um mês esse número quase dobrou: em fevereiro, segundo o serviço CoinMap, que mapeia os lugares nos quais se pode usar BTC como pagamento, o país contava com 27 pontos.
Na América Latina, o Brasil não é o maior mercado. A Argentina exibe 107 estabelecimentos. E, no mundo todo, já são 3,6 mil, de acordo com o CoinMap, o que representa um crescimento de 38% em relação a fevereiro.
De acordo com estimativas da "exchange" brasileira BitInvest, que faz a intermediação de troca de reais por bitcoins, o mercado doméstico já movimenta R$ 20 milhões por mês, em cerca de 400 mil transações. "A maior parte dos negócios se concentra nas exchanges, mas há ainda negociações diretas entre usuários", afirma Flavio Prippas, sócio da BitInvest, que tem no currículo passagem pelo banco americano JP Morgan, como diretor de tecnologia.
Ainda concentrado, o mercado brasileiro conta com três principais exchanges. A mais antiga do país, o Mercado Bitcoin, existe desde 2011 e movimenta sozinha R$ 8 milhões por mês, segundo Rodrigo Batista, sócio da casa de câmbio digital e ex-executivo do banco americano Morgan Stanley. "A imensa maioria dos clientes faz investimentos pequenos, entre R$ 500 e R$ 1.000", diz.
O crescimento do interesse pelo bitcoin ganhou impulso, principalmente, após declaração do ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, que foi vista pelo mercado como uma espécie de benção cautelosa ao sistema. Ainda no cargo, Bernanke chamou as "moedas virtuais", como classificou essas inovações, de "uma promessa de longo prazo".
A opinião do comandante da autoridade monetária dos EUA, divulgada em novembro de 2013, deflagrou uma espécie de corrida especulativa ao ouro digital, que levou o bitcoin a acumular valorização de mais de 5.000% no ano passado.
A alta alavancada pela especulação colocou os bitcoins no radar de investidores e de um número crescente de empresas, que passaram a aceitar o dinheiro virtual como alternativa de recebimento por serviços ou produtos. Especialistas, no entanto, alertam para os riscos embutidos nesse tipo de operação. "Ninguém consegue dizer qual valor real o bitcoin vai ter no futuro. Não há nenhuma base", resume o professor de finanças do Insper, Michel Viriato.
A visibilidade acabou expondo a face perigosa da moeda digital, que não tem supervisão de nenhum banco central ou ainda distribuição controlada. A valorização atraiu a atenção de cyber criminosos, que levaram ao fechamento em 25 de fevereiro da maior bolsa de negociações mundial de bitcoins, a japonesa MTGox, que gerou prejuízo de quase US$ 500 milhões e a perda de 750 mil bitcoins. Outro baque veio com o encerramento da canadense Flexcoin, em 4 de março, após um roubo de 896 bitcoins ou US$ 600 mil.
Os problemas trouxeram à tona os riscos de um mercado não regulado, sujeito a manipulação e com brechas de segurança, ameaçando o futuro do dinheiro virtual. Autoridades no mundo todo, inclusive o banco central brasileiro, já alertaram que estão de olho na evolução do uso dessas moedas, apesar de minimizarem o risco que representam ao sistema financeiro (leia mais na página D3). Ainda assim, o Bitcoin continua a ganhar adeptos no mundo real. E não apenas pessoas físicas, mas cada vez mais empresas passam a usar a moeda digital.
Desde janeiro, a loja paulistana Pallas, que vende roupas íntimas e de ginástica femininas, recebe pagamentos em bitcoins. Segundo Abelardo Bias Sobrinho, sócio do empreendimento, a opção pela moeda digital surgiu por dois motivos distintos. "Com o bitcoin podemos escapar das taxas de bancos e das operadoras de cartão de crédito e débito. Também tem a questão da segurança, porque somos um ponto de rua e já fomos assaltados, e dinheiro em papel é mais fácil ser roubado", afirma.
Apesar de oferecer há três meses a opção de pagamento, a loja ainda não recebeu nenhum pagamento com o dinheiro virtual. "Temos recebido muitas consultas, mas quem tem carteira com bitcoins prefere segurar de olho na valorização nos últimos meses", diz o sócio da Pallas.
Um dos primeiros estabelecimentos a aceitar bitcoins no país, o bar e oficina de bicicletas Las Magrelas, de São Paulo, já recebeu sete pagamentos na moeda digital. "A gente começou a aceitar a moeda digital em junho do ano passado. Foi uma maneira de driblar a taxação das instituições financeiras e também de atrair um público mais ligado à tecnologia", afirma Rafael Rodo, sócio do empreendimento.
A pousada Kyrios, em São Sebastião, no litoral norte paulista, já conta um ano desde que passou a aceitar o bitcoin. De acordo com Maria Fátima Regina de Moura, dona da hospedagem, "as consultas para estadias com pagamento em moeda digital aumentaram muito a partir do fim do ano passado". Hoje representam 5% dos pedidos por informações de reservas. Como a volatilidade do bitcoin é muito alta, a pousada optou por converter o valor da diária em dólares e depois em BTC, de acordo com a cotação do dia.
Novata no território das moedas digitais, a clínica estética Renova Pele, de Jundiaí, no interior de São Paulo, aderiu ao bitcoin há pouco mais de duas semanas. Paulo Martin, 40 anos, cirurgião plástico associado ao estabelecimento, conta que a valorização do dinheiro virtual no fim de 2013 foi decisiva para sua aceitação como meio de pagamento. "A moeda já subiu muito de valor e esperamos que tenha atingido um patamar mais sólido para as pessoas poderem usar como forma de pagamento", diz. Segundo o profissional, qualquer serviço da clínica pode ser pago com bitcoin, até mesmo cirurgias plásticas e aplicações de botox.
A ligação de Martin com a moeda virtual vai além do lado profissional. "Estou comprando e guardando bitcoins numa carteira virtual como investimento", conta o cirurgião, que começou a aplicar em BTC em novembro. "Já consegui um bom ganho", diz, sem revelar a valorização.
Embora a possibilidade de valorização seja sedutora, há usuários que veem outros atrativos na moeda digital. O empresário Marco Gomes, 27 anos, declara-se um entusiasta do bitcoin. "Já fiz micropagamento de conteúdo de centavos de dólar em sites americanos e até doações para ONGs internacionais sem pagar nenhuma taxa de cartão", conta. Embora reconheça a possibilidade de ganho com valorização, Gomes não recomenda a aquisição de bitcoins como investimento. "Para mim o valor está no uso em transferências internacionais, como meio de pagamento e micropagamentos."
Já o professor de inglês Leandro Torricelli, de 28 anos, que montou uma carteira de bitcoins no fim de 2013, tem uma meta específica para o uso da moeda digital. "Quero guardar para uma viagem à Europa porque o exterior tem muitos lugares que aceitam. Para quem gosta de viajar é ótimo, porque não precisar fazer câmbio e pode pagar diretamente sem ter de converter o dinheiro", diz.
Fonte Valor Economico
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Alemanha reconhece moeda virtual Bitcoin e prepara-se para cobrar impostos

O Ministério das Finanças alemão reconheceu formalmente a moeda virtual Bitcoin como uma “unidade de conta” que pode ser usada para transações entre particulares. Significa isto que, agora, o fisco alemão se prepara para cobrar impostos aos utilizadores e criadores da moeda, que já soma quatro anos de existência.
No que diz respeito às empresas que queiram utilizar esta moeda para transações comerciais, elas terão de obter uma permissão prévia junta da Autoridade Federal de Supervisão Financeira. Um dos primeiros obstáculos, no entanto, será identificar quando é que os utilizadores realizam as transações, já que as carteiras Bitcoin são anónimas.
A decisão da Alemanha abrange igualmente todos aqueles que compram e vendem a “criptomoeda”, que poderão também passar a pagar impostos sobre o respetivo lucro, se o tempo decorrido entre as duas transações for inferior a um ano. Falta "apenas" um detalhe importante: as autoridades alemãs ainda não decidiram como vão ser determinadas as taxas sobre as transações em Bitcoins.
Do outro lado do mundo e em contraste com a Alemanha, o banco central da Tailândia declarou em julho a ilegalidade das Bitcoins para qualquer tipo de transação comercial, compra ou venda de bens ou serviços dentro do país. A Bitcoin é uma moeda virtual que pode ser usada e trocada por bens e serviços, da mesma forma que uma moeda padrão. A diferença é que não existe banco emissor, sendo criada por computadores.
As transações são realizadas através da transferência de um único número dentro da rede Bitcoin, de uma carteira eletrónica – num computador ou num telemóvel – para outra. À taxa de câmbio desta segunda-feira, cada Bitcoin valia cerca de 81 euros.
fonte dinheirovivo
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O QUE VEM DEPOIS DO BITCOIN?

O bitcoin parece estar em toda parte. Programas de TV aberta, revistas de economia, amigos no Facebook e até outdoors em avenidas “falam” dele (nesse último caso, numa campanha de entusiastas, em São Francisco, nos Estados Unidos). A cotação da moeda virtual decolou de menos de US$ 1, em 2009, para quase US$ 1 mil, nas últimas semanas. O BTC – esse é o código comercial – já serve para comprar quase tudo, de sanduíches orgânicos a viagens ao espaço. Seja ele o dinheiro do futuro ou uma nova bolha especulativa, uma coisa parece certa: a porta que foi aberta, pela qual o mundo enxergou uma forma mais flexível de fazer transações online, não se fechará mais. Um batalhão de novas moedas digitais e tecnologias promissoras já aproveita o embalo para avançar rumo a essa prometida nova ordem monetária.
O bitcoin mostrou que é possível existir uma moeda descentralizada, não regulada por governos ou bancos centrais. O mérito de seu criador, uma figura desconhecida que usava o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, foi formular um elegante preceito matemático que garante a segurança do sistema. Funciona assim: cada transação é validada por um grande número de computadores de usuários (os mineradores) pelo mundo, de forma que ninguém tenha capacidade de processamento maior que essa rede (para evitar operações fraudulentas). Como recompensa, esses usuários recebem novos bitcoins, que serão criados até o limite de 21 milhões de unidades, por volta do ano de 2140. Além disso, todas as transações ficam registradas numa espécie de lista pública.
Entusiastas afirmam que a grande contribuição do BTC foi cultural. Ele uniu uma vasta rede de pessoas interconectadas por uma causa que agora parece ser o futuro inevitável: usar a internet para enviar dinheiro, com menos taxas e burocracia. Se olharmos em perspectiva, ainda que exista essa profusão de seguidores, o bitcoin é coisa de nicho. Para se tornar um novo dólar ou euro, há alguns empecilhos. Primeiro, é difícil de usar. Mandar e receber moedas significa ter de lidar com conceitos como blockchain e public ledger, além de chaves necessárias para cada transação, coisas como 17EC4TXZRzr4UbmrkMc7gUEuCtn73xhTeN.
Também existem questões como a alta volatilidade, a suspeita de que milhares de chineses andam especulando com a moeda e, principalmente, os problemas de uso criminoso do dinheiro virtual. O caso mais notório envolveu o Silk Road, um supermercado online de drogas e armas fechado em 2013, no qual o BTC – por permitir anonimato – era a moeda corrente.
Por todos esses problemas, o bitcoin pode vir a confirmar uma conhecida tese sobre produtos de sucesso: o pioneiro raramente se torna o líder do mercado. Google, Facebook, Apple e outras empresas vencedoras não inventaram seus produtos – já existiam buscadores, redes sociais e computadores antes. Assim como a Coca não inventou o refrigerante e o McDonald’s não foi a primeira lanchonete a vender hambúrgueres. (Cabe a observação: o bitcoin não foi a primeira moeda digital, mas criou os conceitos que agora são usados por todas as outras, por isso é vista como pioneira.)
Como era previsível, várias candidatas já estão no jogo para tentar ser a Apple ou o Facebook dessa teoria. Receberam até um nome na comunidade dos internautas: criptomoedas 2.0 (veja o quadro abaixo). Ainda que nenhuma possa ser declarada vencedora, cada uma expande a seu modo os caminhos para o futuro do dinheiro. “As moedas digitais marcam uma mudança significativa no sistema financeiro, porque são capazes de prover uma cadeia de troca de valores descentralizada”, diz David Furlonger, vice-presidente da consultoria Gartner Group e uma das maiores autoridades em futuro das finanças. “Mas, no momento, nenhuma delas é mais relevante que as outras. O hype em torno do bitcoin é apenas isso: hype.”
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Na última contagem do site coinmarketcap.com existiam cem moedas digitais, com nomes como quark, mastercoin ou devcoin. Juntas, somam por volta de US$ 10 bilhões em circulação. Quase todas são versões modificadas do bitcoin. A maioria também usa a mineração digital. Entre as que se destacam está o litecoin (ou LTC). Sua contribuição: pode ser minerada por computadores comuns, enquanto o bitcoin acabou restrito a donos de supermáquinas – o que pode criar distorções no futuro. Assim, o tempo para uma transação ser confirmada cai de dez minutos (no BTC) para dois e meio (no LTC), em média.
“Essa segunda geração tem moedas lançadas por companhias bem financiadas e com fundadores experientes, inclusive alguns que participaram da história do bitcoin. O dinheiro graúdo chegou à nossa área, permitindo que mais camadas de segurança e inovação sejam adicionadas”, diz Chris Larsen, CEO do Ripple Labs, que cunhou a moeda digital ripple.
O ripple também tem se destacado. Já é a segunda maior em volume circulante (juntas, ela e o BTC formam quase 90% dos US$ 10 bilhões virtuais). Recebeu aportes de investidores badalados do Vale do Silício, como o Google Ventures, o Founder’s Fund e o Andreessen Horowitz. O ripple, na verdade, são duas coisas. É uma moeda baseada em matemática (como o bitcoin), cujo símbolo é XRP. Mas também é um novo protocolo financeiro para a internet. Para entender, vale uma comparação entre dinheiro e e-mails. São os protocolos de e-mail que permitem que um usuário do Hotmail, por exemplo, mande mensagens para um do Gmail, de graça e instantaneamente. O ripple quer fazer isso entre moedas e bancos.
Quem cria uma “carteira ripple” pode mandar, por exemplo, US$ 1 mil para uma sobrinha na Austrália com razoável facilidade – e com taxas na faixa de 0,5%. Mas também pode mandar ouro, milhas aéreas, café e qualquer coisa que tenha um valor acordado. Inclusive bitcoins. “Dá para fazer pelo próprio banco, até sem saber que por trás da operação estará o protocolo”, diz Larsen. “Antes do bitcoin, ninguém achava que era possível fazer transações pela internet sem um operador central. Agora o mundo sabe como fazer isso. Mas estamos apenas na pré-história dessa evolução”, afirma. No momento, o protocolo já opera mais de 50 moedas e existem 65 mil contas criadas – número que, segundo Larsen, cresce 7% por semana.
Assim como o ripple, outra moeda, chamada next (símbolo: NXT), traz uma inovação importante: ela permite que você adicione novas funcionalidades aos protocolos. Por exemplo, criar contratos. Eles podem servir para executar pagamentos de um serviço, ou fazer operações parecidas com um “débito automático”, mas para a transferência de valores. Como são plataformas de código aberto, permitem que qualquer contrato seja criado, dependendo só da habilidade do programador.
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Para mandar dinheiro entre pessoas, protocolos como os do ripple ou do next encontram ordens de compra e venda – como no sistema financeiro – e acham um caminho para mandar o dinheiro. Por exemplo: podem usar ordens de venda de reais e compra de XRPs no Brasil, depois outras de venda de XRPs e compra de dólares na Austrália. “Ele acha o caminho mais ‘barato’ para o usuário, não importa quais moedas serão usadas”, diz Rafael Olaio, fundador da Rippex, a primeira casa de câmbio de ripple do Brasil, prevista para entrar no ar este mês. A ideia de usar moedas digitais para triangular moedas convencionais e permitir o envio de euros ou dólares para outros países, ao que parece, será uma das principais heranças do bitcoin.
Outra moeda virtual que aparece entre as mais usadas é o dogecoin, cujo símbolo é um cachorrinho. Assim como o litecoin, é uma filha direta do bitcoin. Mas avança numa direção crucial: sair da obscuridade. Ela é negociada numa casa de câmbio – chamada Cryptsy – regulada pelo Departamento do Tesouro dos EUA. “No caso do ripple no Brasil, para abrir uma conta vai ser preciso mandar RG, CPF e comprovante de filiação. Quero me preparar para quando a regulamentação chegar”, diz Olaio.
A regulação, a propósito, é um aguardado capítulo do futuro das moedas virtuais. Ainda que não dependam de governos para nascer, os legisladores podem banir ou restringir seu uso num país. “No Brasil, ainda não há discussão regulatória consistente sobre o tema”, diz o advogado Marcelo Godke Veiga, que acompanha a questão. “O Banco Central sequer definiu se essas moedas serão consideradas moedas. Nos EUA, já existe a decisão de um tribunal de que o bitcoin ‘pode ser entendido’ como moeda.”
A aceitação dos bancos será outro momento crítico. “Tenho falado com bancos de diferentes países e eles estão mudando a postura: de ‘avaliando’ para ‘considerando integrar com o sistema’”, afirma Larsen. “Os bancos ainda tentam proteger suas formas tradicionais de mandar e receber dinheiro. Mas terão de se adaptar. No futuro, acredito que eles serão um misto de empresa de tecnologia e de marketing”, diz Furlonger. A Febraban, que representa os bancos no Brasil, não quis falar sobre o tema.
Alheias aos bancos, milhares de pessoas usam os dinheiros formados por zeros e uns. Qual será dominante? Talvez nem seja essa a questão. “A grande contribuição dessas moedas é mostrar o potencial da internet para a troca de valores, ainda que se usem as moedas ‘antigas’. Ninguém deve ser forçado a adotar uma nova moeda, nem acho que isso possa acontecer. A ideia importante é usar a internet para trocar valores”, diz Larsen. “O que a ascensão do bitcoin deixou claro é que as pessoas querem mais flexibilidade para mandar e receber dinheiro”, afirma Furlonger. Mesmo se não for a moeda do futuro, o bitcoin pode ter definido o futuro das moedas.
FONTE EPOCA NEGOCIOS
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Bitcoin: entre o jogo especulativo e a tentativa de virar meio de troca

Criada após a crise de 2008 como uma alternativa ao controle e tributação dos bancos, a moeda virtual bitcoin vê sua imagem negativa aumentar enquanto estimula o surgimento de outras. O governo dos Estados Unidos chegou a autorizar seu uso em campanhas políticas no mês passado. Nesta semana, o Brasil ganhou a primeira loja física de venda de bitcoin, em Curitiba, ao exemplo de Nova York e Londres. Em São Paulo, foi instalado nesta sexta-feira (20) um caixa eletrônico de bitcoins. Para especialistas consultados pelo JB, contudo, é mais fácil que o seu modelo venha a se tornar uma referência no futuro do que o próprio se fortaleça e vigore por muito tempo.
Em dezembro, estudo do Congresso dos Estados Unidos apontou para o perigo que a moeda virtual pode oferecer à política monetária do Fed - Banco Central norte-americano, caso sua escala de utilização cresça substancialmente. Paul Krugman, prêmio Nobel de economia, chegou a se manifestar contra o uso da moeda, chamando-a de "sonho impossível".
Jorge Stolfi, professor do Instituto de Computação da Unicamp, Ph.D. pela Stanford University, em conversa com o JB por telefone, esclareceu que o bitcoin pode ser uma boa alternativa para quem gosta de especular e ganhar dinheiro, mas não aconselha seu uso como meio de pagamento e reserva. Samy Dana, professor da FGV-SP, por sua vez, reforça que nem podemos chamá-lo de moeda, já que não possui reserva de valor e nem funciona efetivamente como um meio de troca.
Os bitcoins se apresentam, ao mesmo tempo, como um meio de pagamento e um fundo de reserva, transferido de pessoa a pessoa, sem o intermédio de instituições financeiras ou submissão a governos. Ao registrar uma conta com bitcoins na web, o dono não precisa informar suas informações pessoais, nem mesmo o nome. Pelo anonimato, inclusive, ele tem servido para compra e venda de bens controlados, como armas e drogas, mas também tem sido aceito por uma parcela do comércio tradicional, que alega facilidade na transação e ausência de tributos e taxas.
Jorge Stolfi é cético em relação ao bitcoin. Do ponto de vista técnico, reforça, parece funcionar muito bem: alguém cismou que seria bom ter um sistema de pagamento pela internet sem depender de intermediários em banco, e bolou um sistema em que a pessoa poderia abrir ela mesma uma conta e criar número e senha. Para realizar um pagamento, um cheque eletrônico seria utilizado, cuja veracidade pode ser verificada por outras pessoas, sem a possibilidade da "assinatura" ser falsa. Voluntários gerenciariam a planilha de contas, registrando a validade dos cheques. Como recompensa, receberiam um determinado número de bitcoins a cada bloco verificado.
A dinâmica do sistema, contudo, é complicada, e fica mais complexa conforme aumentam as transações - de propósito. "Está funcionando, com alguns entusiasmados. A ideia original era que esse sistema permitiria fazer pagamento internacional ou pela internet, sem depender de banco e sem ter pagar as taxas que os bancos normalmente cobram, que são bastante salgadas, principalmente as internacionais. Outra questão era o anonimato. De fato, ninguém pode controlar esse sistema, não tem como confiscar o dinheiro. Como a quantidade de dinheiro é fixa, não tem inflação", explica Stolfi.
O valor de cada bitcoin sobe de acordo com as movimentação. Quando começou, lembra Stolfi, não valia uma fração de centavo, mas foi oscilando, até chegar ao maior nível de US$ 1.200 em dezembro. No ano passado, foram US$ 100 milhões em transações com a moeda virtual. "Ela pode ser atrativa se a pessoa gosta de especular. Se a pessoa tem sorte, consegue fazer dinheiro com isso. Quem comprou em setembro conseguiu multiplicar o investimento por dez, quem comprou em novembro perdeu a metade."
A questão é que as vantagens apresentadas no início não têm se mostrado tão vantajosas assim. Muitas histórias de roubo foram registradas, especialmente nas chamadas bolsas de troca. Dezenas delas foram invadidas por hackers que roubaram todos os bitcoins. Ainda fica a dúvida, destaca Stolfi, se foram realmente hackers ou os próprios donos do sistema que aplicaram os golpes. O Brasil já registrou um caso de roubo e o Japão protagonizou o maior deles, no início do ano, quando a bolsa com sede em Tóquio Mt. Gox entrou com pedido de falência depois de comunicar a perda de 750 mil bitcoins em um ataque.
"Ninguém sabe direito o que aconteceu lá. Esse é um problema, pouca segurança. Como não é oficial, a polícia não consegue dizer se houve ou não crime. E a intenção das pessoas que desenvolveram era justamente fugir do controle dos bancos e governos", comentou Stolfi.
O Bitcoin e sua função como moeda
Sami Dana, professor de economia na FGV-SP, não acredita que o bitcoin tenha características de uma moeda, independentemente da legalidade, já que, para ser considerada moeda é preciso que tenha reserva de valor e funcione como um meio de troca. A maioria das pessoas, exemplifica, não aceitaria receber o salário em bitcoins.
"O que existe é uma especulação. A pessoa compra não para usar, mas para revender mais caro. O bitcoin está longe de ser considerado uma moeda. O meio de negócio, o modelo, de ser mais eficiente, de tentar ser mais transparente, é interessante, mas enquanto não tiver fundo de reserva nem funcionar como meio de troca não é uma moeda. O que eu vejo é um jogo especulativo. A revolução prometida, em tese, pode acontecer, mas com essas propriedades sua capacidade é bem limitada", explicou Dana.
Em fevereiro, o Banco Central brasileiro fez uma série de esclarecimentos acerca de moedas virtuais. Entre eles que, em função do baixo volume de transações, da baixa aceitação como meio de troca e da falta de percepção clara sobre sua fidedignidade, a variação dos preços pode ser muito grande e rápida, podendo até mesmo levar à perda total de valor; e que a eventual aplicação, por autoridades monetárias de quaisquer países, de medidas prudenciais, coercitivas ou punitivas sobre o uso desses ativos, como fez a China no ano passado, pode afetar significativamente o preço de tais moedas ou mesmo a capacidade de sua negociação.
O Banco Central alertava ainda para uso em atividades ilícitas e que o armazenamento nas denominadas carteiras eletrônicas apresenta o risco de que o detentor desses ativos sofra perdas patrimoniais com ataques de criminosos. "No Brasil, embora o uso das chamadas moedas virtuais ainda não se tenha mostrado capaz de oferecer riscos ao Sistema Financeiro Nacional, particularmente às transações de pagamentos de varejo (art. 6º, § 4º, da Lei nº 12.685/2013), o Banco Central do Brasil está acompanhando a evolução da utilização de tais instrumentos e as discussões nos foros internacionais sobre a matéria."
O bitcoin atingiu a marca de US$ 1.200, explica Stolfi, quando os chineses descobriram o potencial da moeda e dezenas de milhares deles a compraram para especular nas bolsas. O governo da China, então, proibiu o câmbio de bitcoins e depois decidiu que contas bancárias usadas por empresas que operam a moeda seriam congeladas. A única utilidade da moeda no país asiático agora seria a especulação. A questão, esclarece Stolfi, é que quando a moeda começa a conquistar uma presença muito forte em determinado país, este tenta limitar sua força.
Além disso, continua Stolfi, outras moedas apareceram na segunda metade do ano passado, quebrando o monopólio dos bitcoins. A Dog Coin chegou a se tornar a quarta moeda criptográfica em termos de circulação. No Brasil, foram criadas três ou quatro, uma delas intitulada Dilma Coin, outra Samba Coin. "Vários empreendimentos aparecem e tentam explorar o bitcoin. Infelizmente, é muito difícil encontrar no mundo do bitcoin algum investimento que seja honesto. Mas, no futuro, podemos ter alguma coisa parecida. Uma minoria ainda acredita no sucesso e briga bastante, principalmente os que investiram nele."
Atualmente, o sistema anterior que utilizava alguns colaboradores passou a fazer uso de uma dúzia de empresas comerciais. O negócio, porém, é difícil e competitivo, e vai encontrando maiores dificuldades tecnológicas. É preciso ter um equipamento de última geração para realizar o gerenciamento, que em três meses pode não servir mais, esclarece Stolfi.
Fonte JORNAL DO BRASIL
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Bitcoin sofre revés na China mas cresce no Brasil, dizem analistas

A moeda virtual bitcoin, que pretende inaugurar um novo tempo no mercado financeiro mundial, sofreu neste domingo um duro revés. Duas das maiores bolsas de bitcoin da China disseram que suas contas em alguns bancos do país serão fechadas pelas instituições na semana que vem. Diferentemente do dinheiro convencional, o bitcoin é gerado por computadores e não é apoiado por nenhum banco central ou governo, nem lastreado em ativos físicos.
A Huobi.com disse em um comunicado publicado em seu site que o Banco Industrial e Comercial da China fechará suas contas em 18 de abril. No entanto, acrescentou que as contas em outros bancos até agora não foram afetadas. A rival BTC Trade disse em seu site que a divisão da cidade de Hangzhou do Banco de Agricultura da China irá congelar todas as carteiras de bitcoin em 15 de abril. As bolsas não informaram as razões para o encerramento. Representantes dos bancos não estavam imediatamente disponíveis para comentar. Espaço no Brasil
Ao contrário da China, o bitcoin tenta ganhar espaço no Brasil como meio de pagamento, e bolsas que negociam a moeda virtual aproximam-se de varejistas do país oferecendo serviços com taxas inferiores às cobradas pelas empresas de cartão de crédito e débito. Criado em 2008 e independente de qualquer autoridade central, o bitcoin é uma moeda digital critptografada, cuja cotação girou em torno de R$ 1,1 mil nas últimas semanas.
Estima-se que atualmente o bitcoin movimente mais de US$ 240 milhões por mês na maior bolsa do mundo, a BitStamp, com sede na Eslovênia. No Brasil, a maior bolsa da moeda virtual, Mercado Bitcoin, movimenta o equivalente a R$ 10 milhões mensais. Adotada mais frequentemente como uma nova forma de investimento ou para remessas de recursos ao exterior – principalmente por profissionais da área de tecnologia e do mercado financeiro –, o bitcoin é negociado por ao menos quatro bolsas no Brasil: Mercado Bitcoin, Bitcoin To You, Usecryptos e Bitinvest.
Algumas delas, como o Bitcoin To You, estão iniciando conversas com grandes varejistas no Brasil para convencê-los a aceitar a moeda virtual e, com isso, economizar em taxas de transações, que chegam a 2,5% no caso do bitcoin ante 6% no caso das credenciadoras de cartões de crédito. Mesmo não sendo um meio de pagamento regulado, existem atualmente pelo menos 50 lojas e estabelecimentos de pequeno e médio portes que já aceitam bitcoins no Brasil, segundo sócios das principais bolsas. Na cidade de São Paulo, pelo menos dois bares já estão aceitando pagamento com a moeda digital.
Criada em julho do ano passado, a Bitcoin To You movimenta R$ 1 milhão por mês em moeda virtual, tendo 5 mil usuários registrados.
– Por enquanto, o bitcoin é usado mais como investimento. Mas esperamos que em pouco tempo a balança seja mais favorável para o lado do comércio, que é uma tendência mundial – disse Horta.
FONTE orreiodobrasil.com.b
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Microsoft começa a converter valores em Bitcoin para outras moedas

Conversão será feita por meio da ferramenta de busca Bing. Cotações serão fornecidas pela Coinbase, cliente de carteira virtual.
A Microsoft, maior empresa de software do mundo, começou nesta segunda-feira (10) a converter os valores em Bitcoin, a moeda virtual que virou mania mundial, para outras moedas.
A conversão será feita por meio do Bing, serviço de busca da empresa e concorrente do Google. veja aqui
“Como o Bitcoin (sistema de pagamento ponto-a-ponto e sistema de pagamento) tomou as manchetes e captura a atenção mundial, nós pensamos que seria natural dar a você uma fácil maneira de rastrear as flutuações em tempo real”, escreveu a Microsot no post do blog corporativo em que comunicou a novidade.
As cotações exibidas na caixa de pesquisa serão fornecidas pela Coinbase, desenvolvedora de um cliente de carteira virtual, software usado para armazenar moedas de Bitcoin. No mundo, são mais de um milhão de carteiras Coinbase.
“Nós estamos entusiasmados que o buscador Bing e os dados do Coinbase estão trabalhando juntos para permitir aos usuários que facilmente pesquisem e entendam o valor do Bitcoin”, escreveu a equipe do Coinbase em seu blog.
O mecanismo começará a rodar primeiro para usuários que estiverem nos EUA, Canadá, Índia e Reino Unido. Para internautas de outros países, a novidade será lançada nas próximas semanas.
Até agora, a ação de apoio mais contundente que o Bitcoin havia recebido partira da Zynga, desenvolvedora de jogos socias. A companhia anunciou no começou do ano que passaria a aceitar Bitcoins nos pagamentos de alguns dos itens de seus games.
Fonte G1
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Mapa virtual mostra total de transações de bitcoin em tempo real

O 'Realtime Bitcoin Globe' oferece um novo modo de monitorar as transações para quem possui interesse na moeda virtual. A página tem um grande mapa em forma de globo que mostra, em tempo real, compras e vendas recentes com detalhes sobre a quantidade e localização das carteiras digitais.
A página foi desenvolvida por Mike van Rossum, estudante holandês que usou o WebGL Globe para fazer a versão virtual da Terra, que se movimenta de acordo com o local onde são realizadas as transações. Rossum pegou o banco de dados do BlockChain como base e fez tudo se unir em um só local com o projeto open-source chamado GitHub.
Com a junção de todas estas tecnologias, ele criou um globo virtual que mostra, a cada 0.3 segundos, quadradinhos laranjas indicando negociações que foram feitas utilizando bitcoins e os locais onde foram realizadas. Além disso, a cada dez minutos, todas estas negociações são agrupadas em blocos, que também aparecem no mapa.
Como navegar?
A navegação é automática e em tempo real. A câmera vai girando e se aproximando do local onde foi realizada a transação mais recente. Caso aconteça uma no Brasil, usando, por exemplo, o caixa eletrônico de bitcoin, o mapa mostrará um bloco no país com os detalhes públicos da negociação eletrônica.
Do lado esquerdo, é possível ver o valor de bitcoins negociados, o número de transações e a quantidade de blocos gerados. Já no lado direito ficam os dados específicos da última negociação, como valor e localização. O mapa de bitcoin, conforme a natureza anônima da moeda virtual, não revela o autor da compra ou da venda.
No Bitcoin Fórum, há um tópico com usuários da moeda virtual trocando ideias sobre como usá-las no Brasil, e informando lojas que aceitam pagamentos com elas. Ainda falta um pouco para elas se popularizem mais no Brasil. Os números de usuários e a quantidade de transações ainda parecem ser pequenos no país.
O 'Realtime Bitcoin Globe' pode ser acessado no endereço http://blocks.wizb.it
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Possuir uma carteira Bitcoin é o mesmo que ter uma carteira física: se a perder, irá perder todo o seu dinheiro. Desta forma, é importante escolher uma carteira de acordo com as suas necessidades. Alguns conselhos a ter em conta: Escolha sempre carteiras que tenha acesso as suas chaves: normalmente as chaves são 12 palavras aleatórias que precisam ser escritas em um formato físico ... Bitcoin Wallet, ou "Schildbach Wallet", foi a primeira carteira Bitcoin móvel. A Bitcoin Wallet é mais segura do que a maioria das carteiras Bitcoin móveis, porque ela se conecta diretamente à rede Bitcoin. A Bitcoin Wallet tem uma interface simples e apenas a quantidade necessária de recursos, tornando-se uma ótima carteira e uma ótima ferramenta educacional para iniciantes Bitcoin. Carteira Bitcoin (BTC) — BitcoinOfficial.org ® Carteira Bitcoin em Português. Crie uma Carteira Bitcoin online em 10 segundos no site Oficial. Without legacy address support, you may not be able to receive bitcoin from older wallets or exchanges. ... Essa carteira dá a você controle total sobre os seus bitcoins. Isso significa que terceiros não podem congelar ou perder seus fundos. Você, no entanto, ainda é responsável pela segurança e cópia de sua carteira. Validação centralizada Esta carteira conta com um serviço central Escolha sua carteira Bitcoin. Selecione uma carteira para armazenar seus bitcoins de forma que você comece a fazer transações pela internet. Let's help you find a bitcoin wallet. Answer the following questions to create a list of wallets that meet your needs. Skip helper Next. What’s your operating system? Change. Mobile wallets. Portable and convenient; ideal when making transactions ...

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